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a principio ad anno domini 529

Genealogia dos deuses antigos

INITs deuses antigos eram habitualmente dispostos em duas gerações anteriores à terceira, a dos deuses olímpicos. Muitas divindades de uma geração se uniram a divindades de outra geração, e assim as relações de parentesco se tornaram um tanto complexas:

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Os deuses primordiais — ou da 1ª geração — eram entidades que haviam gerado o mundo. Representavam as mais primitivas e poderosas forças da natureza, como por exemplo o relâmpago, e também todos os impulsos básicos da vida, como a morte e o inflexível destino.

Os titãs, representantes típicos da 2ª geração, que descendendia da primeira, transmitia ainda uma visão agitada e indomada da natureza. Havia já deuses de aparência semelhante à humana, mas predominavam divindades poderosas, monstruosas e aparentemente incontroláveis.

Mais tarde, com o desaparecimento da potência criadora e selvagem das duas primeiras gerações, as antigas divindades e as novas acomodaram-se, cada uma em seu domínio. Na época da 3ª geração, a dos "deuses olímpicos", os deuses adquiriram forma totalmente humana e o mundo assumiu, finalmente, o aspecto atual.

Segundo as tradições gregas, porém, pouco tempo antes do mundo atual, os deuses interagiam constantemente com os mortais, e a terra ainda estava cheia assustadores. Os filhos dos deuses olímpicos constituem, de certa forma, a quarta e última geração divina.

Leitura complementar    br   pt

JAA Torrano, Hesíodo. Teogonia: a origem dos Deuses, São Paulo, Iluminuras, 1991

A.E. Pinheiro & J.R. Ferreira, Hesíodo. Teogonia / Trabalhos e Dias, Lisboa, Imprensa Nacional, 2005

Referências e bibliografia
s consulte a bibliografia geral da área