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Muitos monstros perigosos e nocivos afligiram a humanidade, em diferentes épocas; aos poucos,
foram sendo derrotados pelos diversos heróis e desaparecem. Como de hábito, os antigos gregos
procuraram situá-los, genealogicamente, entre as mais antigas famílias divinas.
As primeiras gerações divinas tiveram diversas entidades monstruosas, porém em sua maioria eram
apenas a personificação de alguns aspectos selvagens e violentos da natureza em seus instáveis
primórdios. Os "monstros" propriamente ditos, por outro lado, eram somente feras violentas e
perversas, nocivas à humanidade. Segundo a tradição, todos vieram da linhagem de Fórcis, gerados
através de Equidna.
Unida a Tífon, Equidna gerou:
- Ortro (gr. Ὄρθρος), o monstruoso cão de Gérion ;
- Cérbero (gr. Κέρβερος), o cão que guardava a porta do Hades ;
- a hidra de Lerna (gr. Λερναία Ὕδρα);
- a Quimera (gr. Χίμαιρα), que assolava a Lícia (Ásia Menor).
Unida a Ortro, seu próprio filho, Equidna gerou:
- a Esfinge (gr. Σφίγξ), que assolava Tebas;
- o leão de Neméia (gr. Λέων τῆς Νεμέας).
Os monstros participam, como mencionado, de diversas lendas heróicas, como as de
Belerofonte, Héracles e outros heróis. Eis uma pequena lista de monstros e seus mitos principais.
ReferênciasConsulte a bibliografia geral da área. RIBEIRO JR., W.A. Os últimos monstros . Portal Graecia Antiqua, São Carlos. Disponível em www.greciantiga.org/arquivo.asp?num=0143. Consulta: 10/09/2010. |