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Bíon / Idílios ...Mosco...

Βίων Bion Bucolicus c. -100
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Bíon de Esmirna (gr. Βίων) deve ter vivido uma ou duas gerações depois de Mosco, no final do sæc. -II, talvez por volta de -100. Nada se sabe a seu respeito; a Suda e Diógenes Laércio o consideravam amigo e professor de Mosco, mas isso não é possível.

Embora chamados tradicionalmente de “idílios”, os poemas bucólicos de Bíon não segue exatamente esse formato. [similar]

Obras e influência

De Bíon nos restam curtos fragmentos com diálogos entre pastores e o poema Epitáfio de Adônis, que a maioria dos estudiosos considera imitação da parte final de um dos mimos de Teócrito, As Mulheres na Festa de Adônis. Não é de Bíon o Epitalâmio de Aquiles e Deidâmia.

Bíon foi incluenciado por Mosco e, por sua vez, Bíon influenciou Virgílio, Ovídio e muitos autores modernos da Renascença em diante.

Edições e traduções

Os epigramas de Mosco também fazem parte da Antologia Palatina.

A editio princeps de Bíon é a Aldina, juntamente com os poemas de Teócrito e Mosco (1495). A edição padrão é atualmente a de Gow (Oxford, 1952). Bíon foi editado isoladamente por Reed (Cambridge, 1997).

Diversos poemas isolados de Bíon têm sido traduzidos para o português, em Portugal, desde 1799, respectivamente; no Brasil, as primeiras traduções foram efetuadas por Fabrício Possebon em 2007.

De Bíon nos restam curtos fragmentos com diálogos entre pastores e o Epitáfio de Adônis, que a maioria dos estudiosos considera imitação da parte final de um dos mimos de Teócrito, As Mulheres na Festa de Adônis. Não é de Bíon o Epitalâmio de Aquiles e Deidâmia.

Resumo

[ em andamento... ]

Manuscritos, edições, traduções

A editio princeps de Mosco e Bíon é a Aldina, juntamente com os poemas de Teócrito (1495); posteriormente, os três foram também publicados por Henri Estiene em conjunto (1556). Em 1565, Adolphus Mekerchius publicou Mosco e Bíon em grego e em latim, juntamente com Fanoclis e Propércio e os escólios. Mais tarde os dois foram editados separadamente por Hermann (1849) e Ziegler (1869) e, em conjunto, por Ahrens (1855). Após a popular edição de Edmonds (1912), a edição padrão é atualmente a de Gow (Oxford, 1952).

Diversos poemas isolados de Mosco e Bíon têm sido traduzidos para o português, em Portugal, desde 1598 e 1799, respectivamente; no Brasil, as primeiras traduções dos dois poetas foram efetuadas por Fabrício Possebon em 2007.