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Mosco / Idílios

Μόσχος Moschus Bucolicus Mosch. c. -150
 
Edição dos idílios de Mosco e Bíon
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Mosco de Siracusa (gr. Μόσχος) era, além de poeta bucólico, filólogo[1]. Segundo a Suda e um escólio, únicas fontes sobre sua vida, foi discípulo de Aristarco de Samotrácia (c. -220/-143), bibliotecário da Biblioteca de Alexandria, e portanto floresceu c. -150.

Embora chamados tradicionalmente de “idílios”, os poemas bucólicos de Mosco não seguem exatamente esse formato.

Obras e influência

Sob o nome de Mosco temos diversos poemas, um epigrama e fragmentos. Os poemas bucólicos Amor Fugitivo e Europa, em hexâmetros dactílicos, são de sua autoria, porém Mégara e o Epitáfio de Bíon não podem ser dele. Seu estilo, embora simples, prima pelas cenas descritivas e pelo lirismo. Nada de suas obras sobre gramática chegou até nós.

Mosco influenciou Bíon, o poeta romano Catulo e muitos poetas posteriores, inclusive o italiano Torquato Tasso (1544/1595) e o inglês Ben Johnson (1572/1637).

Edições e traduções

Vários manuscritos tardios contêm os poemas de Mosco e Bíon; um deles, com os idílios de Mosco, é o Laurentianus gr. 32.16 (1280) da Biblioteca Laurenciana de Florença.

A editio princeps de Mosco é a Aldina, juntamente com os poemas de Teócrito e Mosco (1495); a edição padrão é atualmente a de Gow (Oxford, 1952). .

Diversos poemas isolados de Mosco têm sido traduzidos para o português, em Portugal, desde 1598; no Brasil, as primeiras traduções dos dois poetas foram efetuadas por Fabrício Possebon em 2007.

Sob o nome de Mosco temos três fragmentos pastorais, três epýllia e um epigrama. Os poemas bucólicos Amor Fugitivo e Europa, em hexâmetros dactílicos, são de sua autoria, porém Mégara e o Canto Fúnebre em honra de Bíon não podem ser dele. Seu estilo, embora simples, prima pelas cenas descritivas e pelo lirismo. Nada de suas obras sobre gramática chegou até nós.

Resumo

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Manuscritos, edições, traduções

Vários manuscritos tardios contêm os poemas de Mosco e Bíon; um deles, com os idílios de Mosco, é o Laurentianus gr. 32.16 (1280) da Biblioteca Laurenciana de Florença. Os epigramas de Mosco também fazem parte da Antologia Palatina.

A editio princeps de Mosco e de Bíon é a Aldina, juntamente com os poemas de Teócrito (1495); posteriormente, os três foram também publicados por Henri Estiene em conjunto (1556). Em 1565, Adolphus Mekerchius publicou Mosco e Bíon em grego e em latim, juntamente com Fanoclis e Propércio e os escólios. Mais tarde os dois foram editados separadamente por Hermann (1849) e Ziegler (1869) e, em conjunto, por Ahrens (1855). Após a popular edição de Edmonds (1912), a edição padrão é atualmente a de Gow (Oxford, 1952).

Diversos poemas isolados de Mosco e Bíon têm sido traduzidos para o português, em Portugal, desde 1598 e 1799, respectivamente; no Brasil, as primeiras traduções dos dois poetas foram efetuadas por Fabrício Possebon em 2007.

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