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LITTERAE
Poetas mélicos altera NOMINES
Άλκαῖος
Alcaeus Lyricus Σαπφώ Sappho Lyrica Άνακρέων Anacreon Lyricus SIGLA CLASSICA
[Alc.]
[Sapph.] [Anacr.] |
Poetas mélicos
AlceuAlceu (gr. Άλκαῖος), que tinha origem aristocrática, nasceu por volta de Compôs, além de hinos religiosos e poemas de fundo político, canções de grande vivacidade e alegria de viver. Safo de Lesbos
Ἐννέα τὰς Μούσας
φασίν τινες̣ ὡς
ὀλιγώρως·
Nove são as musas, dizem alguns; que descuido!ἡνίδε καὶ Σαπφὼ Λεσβόθεν ἡ δεκάτη. Ora, Safo de Lesbos é a décima.
[Platão], A.P. 9.506
De origem aristocrática, Safo (gr. Σαπφώ) nasceu provavelmente na ilha de Lesbos por volta de Foi casada, portanto, e teve uma filha; ao retornar a Lesbos parece ter se envolvido com outras mulheres no culto a Afrodite. Mas não se comprovou, de modo algum, o famoso romance com o poeta Alceu, nem as comentadíssimas relações homossexuais com as companheiras do culto. Essa fama, no entanto, atravessou os séculos e se cristalizou na palavra lesbianismo. Segundo outra tradição altamente suspeita, Safo Safo compôs poemas pessoais e apaixonados em vários tipos de metro, dirigidos em geral à filha ou a suas companheiras de forma terna e amorosa. Sua poesia de conteúdo erótico foi censurada ativamente pelos copistas medievais, ligados em sua maioria à Igreja Católica. Durante toda a Antigüidade, no entanto, foi respeitada, apreciada e imitada. O epigrama acima, atribuído a Platão, ilustra bem esse fato. AnacreonteAnacreonte (gr. Άνακρέων) nasceu em Teos, na Ásia Menor, por volta de Popular e solicitado, suas canções eram simples, agradáveis e espirituosas. O estilo, posteriormente conhecido por anacreôntico, foi muito imitado em várias composições ao longo da Antigüidade e do Período Bizantino. Estienne chegou a publicar, no século XVI, uma extensa coleção de odes "anacreônticas" como obras do próprio Anacreonte... Fragmentos mélicosComo no caso dos poetas elegíacos e iâmbicos, os fragmentos mais importantes provêm das citações de escritores posteriores e de numerosos papiros dos museus de Londres, Berlim e Paris. A coletânea moderna básica é a de Bergk (1882). Outras: Edmonds (1932), Somente fragmentos e trechos selecionados dos poetas mélicos foram vertidos, até agora, para o português. Alceu foi traduzido por Almeida Garret (1845); Safo, por António José Viale (1868), Fontes (1991) e Gonçalves (1995). Anacreonte (e as "odes anacreônticas") é o mais traduzido, e traduzido há mais tempo; Selecta
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Data da consulta: 13.05.2008 |