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O texto de As Nuvens (gr. Νεφέλαι) de Aristófanes que chegou até nós é uma segunda versão ou revisão da peça, preparada possivelmente entre -419 e -416, e que pode nunca ter sido representada. A primeia versão da comédia foi apresentada nas Grandes Dionísias, em -423, e obteve apenas o terceiro lugar (nesse ano, Cratino venceu com A Garrafa).
Nesta comédia, Sócrates em particular e os sofistas em geral são retratados de forma ridícula, mostrados como intelectuais pretensiosos que sabem tudo, e que são capazes de ensinar qualquer pessoa.
Editio princeps: a Aldina, de 1498.
Traduções para o português: Gilda Starzinsky (1967), Junito de Souza Brandão (1976) e Custódio Magueijo (1984).
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Textos recomendados  Gilda M.R. Starzynski, Aristófanes. As Nuvens, São Paulo, Cultrix, 1967.
Junito S. Brandão, Aristófanes. As Nuvens, Rio de Janeiro, Grifo, 1976.
Custódio Magueijo, Aristófanes. As Nuvens, Mem Martins, Inquérito, 1984. ReferênciasConsulte a bibliografia geral da área. PÁGINA EM CONSTRUÇÃO
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RIBEIRO JR., W.A. As nuvens, de Aristófanes. Portal Graecia Antiqua, São Carlos. Disponível em www.greciantiga.org/arquivo.asp?num=0766. Consulta: 02/09/2010. |