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Diadema e brincos de ouro

-2350/-2250

Jóias do “tesouro de Príamo”. Troia II, Hissarlik, Turquia

AcervoMoscou, Museu Estatal Pushkin de Belas ArtesImagemFrancesco Bini, 04/09/2011FonteWikimedia CommonsLicençaCC BY-SA 3.0Iluminura0698
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Fig. 0169. Sophia Schliemann, 1873.

O diadema é constituído de pequenas e finas folhas de ouro, montadas em estreitas faixas de ferro.

Ao lado, foto da esposa do descobridor de Troia, Henrik Schliemann[1], usando o diadema e os brincos acima, mais um elaborado colar de pequenas contas de ouro que está atualmente no Neues Museum de Berlim.

Notas
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  1. O alemão Heinrich Schliemann (1822/1890) foi o primeiro a descobrir em Troia, Micenas, Tirinto, Ítaca e Orcômeno os vestígios da Grécia pré-histórica. Embora não fosse arqueólogo profissional, era dotado de pertinência e entusiasmo; sua intenção era comprovar, através das escavações arqueológicas, a veracidade das lendas descritas por Homero em seus poemas. A despeito dos sucessos, tinha a tendência de romantizar e identificar seus achados com personagens da Mitologia Grega. Batizou, por exemplo, de “tesouro de Príamo” um conjunto de joias encontrado em Troia II e de “máscara de Agamêmnon” uma máscara mortuária encontrada em Micenas. Quando escavou em Orcômeno, na Beócia, descobriu um tipo de cerâmica até então desconhecido e a atribuiu aos mínios, povo lendário ligado a essa cidade.
    Mais informações → Heinrich Schliemann
    Imagem: S. Kohn, 1883. Fonte: Gallica, domínio público.