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MUSICA
A família do aulos
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A família do aulos
O aulosA julgar pela sua presença em obras de arte egípcias e cicládicas, o aulos (gr. αὑλός) chegou à Grécia Continental em meio ao intenso intercâmbio cultural entre os povos que atravessavam o Egeu durante a Idade do Bronze. Os gregos atribuíam a invenção do instrumento à deusa Atena, ou ao sátiro Mársias. Ao contrário do que pensam alguns tradutores, o aulos não era uma flauta. Consistia, habitualmente, de dois tubos de madeira, caniço ou osso, abertos nas extremidades e dotados de orifícios e palhetas. As vibrações das palhetas, produzidas durante a passagem do ar, eram transmitidas aos tubos e aumentadas. Alguns auletas usavam um conjunto de tiras de couro, a phorbeia, para evitar a distensão excessiva das bochechas e dar mais força ao sopro. Aparentemente, a sonoridade grave do moderno oboé é a que mais se aproxima dos sons produzidos pelo aulos. Segundo Platão O aulos era primitivamente utilizado nos eventos relacionadas ao culto de Dioniso (festivais, espetáculos teatrais, simpósios...), em cerimônias diversas e no acompanhamento das danças em geral, juntamente com outros instrumentos. A partir do século No século -IV, Platão A flauta e a trombetaA flauta ou siringe (gr. σῦριγξ), também chamada de "flauta de Pã", consistia mais freqüentemente de sete caniços de tamanho desigual, fechados em uma das extremidades e unidos com cera. A trombeta ou salpinx (gr. σάλπιγξ) era um tubo reto e longo, com bocal de osso. Não tinha qualquer papel artístico, e era utilizado apenas para chamados em manobras militares e em certas cerimônias religiosas. Uma variante, o "chifre" (gr. κέρας), assim chamado devido ao corpo recurvado como o chifre de certos animais,
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Data da consulta: 12.05.2008 |