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Divindades e monstros diversos altera NOME ROMANO Vitória (= Niké)
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Divindades e monstros diversos
Os ventos e os filhos de EstigeOs ventos eram divindades masculinas e descendiam de Astreu e de Eos, a aurora. No mito, os mais importantes eram Zéfiro, o vento oeste, suave e primaveril, e Bóreas, o vento norte, invernal, frio e violento. Na Odisséia, Odisseu Acreditava-se que os ventos podiam assumir forma de cavalo e gerar filhos. Assim, Zéfiro era considerado o pai de Xantos e Bálios, dois cavalos imortais, capazes de falar; e Bóreas gerou nas éguas do rei Erictônio, de Atenas, doze potros tão velozes que, quando corriam sobre um campo de trigo, as espigas nem se curvavam... Zéfiro, em algumas versões, era o marido de Íris, a mensageira de Zeus e de Hera, e é personagem da lenda de Jacinto. Bóreas raptou Orítia, filha de Erecteu, rei de Atenas, e teve com ela dois filhos, Cálais e Zetes, capazes de voar. Eles são freqüentemente chamados de boréades ("filhos de Bóreas") e participaram da aventura dos Argonautas. Os filhos de Palas e Estige, todos eles entidades conceituais ou abstrações, eram Zelo, o ardor; Niké, a vitória; Cratos, o poder; e Bias, a violência. Todos ficaram ao lado de Zeus durante a titanomaquia e eram considerados extensões dos atributos divinos do pai dos deuses. Niké era identificada muitas vezes com a deusa Atena, notadamente em Atenas ("Atena Niké"), mas pode ter se tratado apenas de um epíteto. Os últimos monstrosAs primeiras gerações divinas tiveram diversas entidades monstruosas, porém em sua maioria eram apenas a personificação de alguns aspectos selvagens e violentos da natureza em seus primórdios. Os últimos monstros, por outro lado, eram somente feras violentas e perversas, nocivas à humanidade, e portanto combatidas energicamente pelos heróis. Segundo a tradição, foram todos gerados por Equidna.
Unida a Ortro, seu próprio filho, Equidna gerou:
Os monstros participam de diversas lendas, como as de Héracles, Belerofonte, Édipo e outros heróis. Iconografia e cultoBóreas e seus filhos eram em geral representados como homens alados. O culto aos ventos remonta, aparentemente, ao Período Micênico, e na época clássica era razoavelmente importante em Atenas, pois se acreditava que Bóreas ajudara a destruir a frota persa (Hdt. 7.189) em setembro de Niké, representada habitualmente como uma bela mulher com asas, foi tema popular dos pintores de vasos e dos escultores. Em Atenas, era cultuada no famoso templo de Atena Niké. | SCHOLIA
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Data da consulta: 12.05.2008 |