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Ar.Eq. 595-610 nexus
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Aristófanes :: Os cavaleiros 595-610
Data: -424. A passagem selecionada, um engraçado elogio ao cavalo, faz parte da parábase e é, portanto,
Um elogio ao cavalo
CORO
O que sabemos sobre nossos cavalos,
[ queremos louvar. E eles são dignos de elogios, pois muitas [ dificuldades enfrentaram conosco, ataques e batalhas. Mas não os admiramos tanto em terra como quando saltavam virilmente para os barcos de carga, tendo uns comprado taças militares, outros, alho e cebola. Em seguida, segurando os remos como nós, mortais, começavam a remar e diziam entre relinchos: "Hipopai, [ quem vai remar? Vamos pegar mais forte! O que faremos? Não vais puxar, [ Sânfora?" Desembarcavam em Corinto e, em seguida, os mais novos cavavam leitos com as armas e saíam em busca de comida. Comiam caranguejos em vez de luzerna, caso um se arrastasse para fora da toca ou mesmo [ a ponto de Teoro afirmar que disse um caranguejo coríntio: "É de fato terrível, ó Poseidon, se nem nas profundezas, nem em terra, nem no mar eu puder escapar aos [ Cavaleiros!"
[ Ar.Eq. 595-610 ]
ReferênciaDUARTE, A.S. O dono da voz e a voz do dono. São Paulo: Humanitas / FAPESP, 2000. | SCHOLIA
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Data da consulta: 16.05.2008 |