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LITTERAE
Antígona altera TITVLVS
ΑΝΤΙΓΟΝΗ
Antigone
SIGLA CLASSICA
S. Ant.
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Antígona
A tragédia contém 1353 versos; não conhecemos detalhes do concurso em que foi encenada pela primeira vez. Segundo a tradição, a repercussão da tragédia foi tão grande que pouco tempo depois Sófocles conseguiu ser eleito estrátego. Hipótese
Mitos relacionados
Édipo e seus filhos
Polinices, um dos filhos de Édipo e sobrinho de Creonte, estava entre os atacantes; o decreto de Creonte, portanto, Descoberta, Antígona confronta Creonte com coragem e altivez, e é condenada à morte. Posteriormente as profecias de Tirésias amedrontam Creonte e ele recua; ordena a imediata libertação da moça, mas ao Dramatis personae
ANTÍGONA
Filha de Édipo e de Jocasta, irmã de Ismene.
ISMENE
Filha de Édipo e de Jocasta, irmã de Antígona.
CORO
Velhos tebanos.
CREONTE
Tio de Antígona e de Ismene; rei de Tebas.
HÉMON
Filho de Creonte e de Eurídice; primo de Antígona e Ismene.
EURÍDICE
Esposa de Creonte, mãe de Hemon.
TIRÉSIAS
Adivinho tebano.
Um soldado, dois mensageiros. Mise en ScèneA cena se passa inteiramente diante do palácio de Tebas; de seu pórtico saem o rei e os membros da família real; os personagens que estavam fora da cidade chegavam pelo párodos. O cenário, portanto, provavelmente representava apenas o pórtico do palácio; uma abertura permitia mostrar o interior, como por exemplo na cena que menciona a morte de Eurídice. Um dos atores fazia o papel de Creonte; outro, o de Antígona, Eurídice e o do Primeiro Mensageiro; e outro o de Ismene, o do soldado, o de Hemon e, provavelmente, o de Tirésias e o do Segundo Mensageiro. Há dúvidas quanto aos papéis que cabiam ao protagonista, ao deuteragonista e ao tritagonista. Resumo da tragédiaEm andamento... Manuscritos, edições e traduçõesOs principais manuscritos sofoclianos são o Mediceus (Laurentianus xxxii 9) da Biblioteca Laurenciana de Florença, c. 1000, e o Parisinus 2712, do século XIII, da Biblioteca Nacional de Paris. A editio princeps é a aldina, publicada em Veneza por Aldus Manutius em 1502. Principais edições modernas: Musgrave (1800), Jebb (1891), Storr (1912), Dindorf (1914), Pearson (1924) e Dain & Mazon (1955), esta a utilizada aqui. As edições mais recentes são as de Dawe (1979), Brown (1987) e A primeira tradução para o português é a de João Cardoso de Meneses e Souza, o Barão de Paranapiacaba, de 1909. Depois vêm as de E. Dias Palmeira (1957), Guilherme de Almeida (1965), Fernando Melro (1983), Maria Helena da Rocha Pereira (1996), Donaldo Schüler (1999) e Domingos P. Cegalla (2001, reedição?). Selecta
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Data da consulta: 13.05.2008 |