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O heléboro negro

1441

Iluminura do Erbolario bergomense (De Paula, 1441)

AcervoAraraquara, Biblioteca de Ciências Farmacêuticas da UNESPImagemFlávia R. Marquetti, 1999FontePortal Græcia AntiquaLicençaCC BY-SA 4.0Iluminura0387
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O heléboro (gr. ἑλλέβορος) é uma das plantas medicinais mencionadas em textos antigos, e.g. tratados hipocráticos, Teofrasto, Plínio, o Velho e Dioscorides. Havia dois tipos de heléboro, o heléboro branco e o heléboro negro

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O heléboro negro (gr. ἑλλέβορος μέλας, lat. Helleborus niger), uma das espécies de heléboro, às vezes chamado de melampódio, é uma das plantas medicinais mais mencionadas em textos antigos, e.g. tratados hipocráticos, Teofrasto, Plínio, o Velho (História Natural) e Dioscorides (4.148; 162) e . É uma ranunculácea[1] com diversas variedades e, a despeito do nome, o Helleborus niger não cresce em solo grego.

Ela era recomendada para o tratamento de desordens mentais, constipação intestinal, como abortivo e também como veneno.

Família do grupo das angiospermas (plantas com flor), seus representantes ocorrem usualmente em regiões montanhosas, têm raízes bem desenvolvidas, folhagem perene e flores exuberantes. Exemplos: anêmona, acônito e heléboro.