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Olimpo

Ὄλυμπος Olympus fl. -736/-696

Olimpo teria sido discípulo do sátiro Mársias e a ele eram atribuídas melodias tão antigas que sua origem verdadeira deve ter se perdido.

Olimpo e Mársias

Era nativo da Mísia e teria vivido na época de Midas, rei da Frígia (-736/-696). Os antigos imaginavam haver um outro Olimpo, mais antigo do que ele, discípulo de Mársias.

A genealogia e o relacionamente de Olimpo com o mítico Mársias e com o igualmente mítico Hiagnis é um tanto confusa (cf. [Plutarco], Da música 1132f), mas há razoável evidência da historicidade de Olimpo (Campbell 1988, p. 264-5).

De acordo com a tradição, ele era um auleta (gr. ἁυλητής) frígio que introduziu a música instrumental na Grécia e inventou novos ritmos, particularmente, ritmos enarmônicos[1] que acompanhavam sequências de cinco sílabas. Associado à lírica coral antiga, compôs nomos[2] lamentosos, muito apreciados, e influenciou Estesícoro.

Só dispomos de testemunhos a seu respeito. Nenhum fragmento musical ou poético sobreviveu – se é que alguma vez eles existiram.

As mais importantes são Aristófanes, Cavaleiros 7-9; [Platão], Minos 318b; [Plutarco], Da música 1132e-43c, passim; Suda ο 219 e 221.

Na arte neoclássica, Olimpo era usualmente representado ao lado de Mársias, antes ou depois da disputa de Mársias com Apolo.

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