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Eurípides / Helena

Ἑλένη Helena E. Hel. -412
 
Menelau recupera Helena
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A tragédia Ἑλένη (‘Helena’) de Eurípides foi representada pela primeira vez em -412 nas DIonísias Urbanas. Desconhecemos as duas outras tragédias e o drama satírico que a acompanharam na tetralogia.

Hipótese

Quando Páris foi buscar Helena em Esparta, antes da Guerra de Troia, Zeus deixou-lhe uma imagem de Helena e transportou a verdadeira esposa de Menelau para o Egito onde, agora, o rei Teoclímeno quer desposá-la. Teucro encontra Helena e lhe fala do término da guerra. Menelau, voltando para Esparta com o fantasma de Helena, naufraga ali perto logo depois. Os dois esposos se encontram, se reconhecem e, com a ajuda de Teonoé, planejam a fuga.

Dramatis personae
Helena filha de Zeus, esposa de Menelau Teucro filho de Telamon, meio-irmão de Ájax Coro cativas gregas, companheiras de Helena Menelau rei de Esparta, marido de Helena Teonoé filha de Proteu, irmã de Teoclímeno e profetiza Teoclímeno filho de Proteu, rei do Egito Dióscuros Castor e Polideuces, deuses ex machina Porteira serva de Teoclímeno Mensageiro servo de Menelau Outro mensageiro servo de Teoclímeno

Mise en scène

Helena de Troia

A cena se passa no Egito, perto do Nilo, diante do palácio de Teoclímeno. O túmulo de Proteu, pai de Teoclímeno, é visível.

O protagonista fazia o papel de Helena, do Segundo Mensageiro e de Castor; o deuteragonista, o de Teucro, de Menelau e do Servo; e o tritagonista representava a Porteira, o Primeiro Mensageiro, Teonoé e Teoclímeno.

Resumo

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Manuscritos, edições, traduções

Como as demais peças alfabéticas de Eurípides, dispomos de um único manuscrito com a tragédia completa, o Laurentianus plut. 32.2 (sæc. XIV), da Biblioteca Laurenciana de Florença. Um papiro do sæc. I a.C. (P. Oxy. 2336) conservou também cerca de 30 versos.

Principais edições modernas isoladas da tragédia: Wecklein (1907), Italie (1949), Dale (1967), Kannicht (1969), Burian (2007), Allan (2008).

Traduções para o português: José Ribeiro Ferreira (2005), Alessandra Neves de Oliveira (2009, não publicada), Clara Crepaldi (2013, não publicada).

Influências e reapresentações

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