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Teócrito / Idílio 3.1-14

TRADUÇÃO

O trecho apresentado é um monólogo do Idílio III, que tem apenas 54 versos; a tradução é de Maria Celeste C. Dezotti, professora de Língua e Literatura Grega da FCLAr-UNESP, que gentilmente autorizou sua reprodução nesta página.

Galanteio

   Vou cantar um galanteio para Amarílis enquanto minhas cabras
pascem na montanha e Titiro toma conta delas.
Titiro, meu estimado rapaz, apascente as cabras,
leve-as até a fonte, Titiro, e o bode também,
aquele vermelho, da Líbia. Cuidado para não levar uma marrada!

    Ó graciosa Amarílis, não mais te curvas na entrada dessa gruta
para me chamar a mim, teu namorado. Por quê? Estás de mal de mim?
    Ou será que, de perto, achas que tenho nariz chato
e queixo saliente, ninfa querida? Vais fazer que eu me enforque!
    Trago-te dez maçãs, estás vendo? Fui colhê-las lá naquele lugar
que me sugeriste para colhê-las. E amanhã vou trazer-te mais!
Olha só como é doída minha aflição. Quisera tornar-me
a abelha que zumbe e entrar em tua gruta,
afastando a hera e as ramagens que te envolvem.

TEXTO GREGO
a

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Artigo nº 0407
publicado em 20/11/2001.
Licença: CC BY-NC-ND 4.0
Como citar esta página:
RIBEIRO JR., W.A. Teócrito / Idílio 3.1-14. Portal Graecia Antiqua, São Carlos. URL: greciantiga.org/arquivo.asp?num=0407. Consulta: 30/04/2017.
 
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