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Corina / Fragmentos

TRADUÇÃO

As duas passagens de Corina foram extraídas de papiros fragmentários e têm diversas lacunas; a primeira corresponde, possivelmente, a um nomo (ver Edmonds, 1927). Tânagra é uma cidade da Beócia; o Hélicon e o Cíteron são montanhas dessa região.

Fr. 1a.1.12-23: Disputa entre o Hélicon e o Cíteron

[             ]bem[..... ] os Cure-
tes
esconderam o sagrado recém-nascido
da deusa em uma caverna, secretamente, de
Crono de tortuosos pensamentos;
a ele enganou a bem-aventurada Reia
e grandes honrarias dos
imortais ela recebeu. Assim ele (o Cíteron) cantou.
A seguir as bem-aventuradas Musas
juntam as pedras (= os votos) e as colocam
(?) na urna dou-
rada. Logo são todas contadas:
o Cíteron obteve a maior parte.

Fr. 2.1: Narrativas

A mim Terpsícore [ensinou]
belas narrativas[1] para cantar
às mulheres de br[ancas vestes] de Tanagra
e a pólis ale[grou-se] grandemente
com minha clara e ex[pressiva] voz.

TEXTO GREGO
a

Notas

  1. Para a discutida tradução de Ϝεροῖα, um dos possíveis títulos do Fr. 2 de Corina, ver Dee Lesser Clayman, The Meaning of Corinna´s Ϝεροῖα, The Classical Quarterly (New Series), v. 28, n. 2, 1978, p. 396-7.

Referências

J.M. Edmonds, Lyra Graeca, v. 3, London and Cambridge, Harvard University Press, 1927.

Imprenta

Artigo nº 0122
publicado em 16/02/1999. Atualização: 05/02/2010.
Licença: CC BY-NC-ND 4.0
Como citar esta página:
RIBEIRO JR., W.A. Corina / Fragmentos. Portal Graecia Antiqua, São Carlos. URL: greciantiga.org/arquivo.asp?num=0122. Consulta: 25/06/2017.
 
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